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Bem Vindo ao TEKO ARANDU.
TEKO ARANDU ha’e petei mba’e ojejapóva mokõi ñe’eme ha ñepytyvópy, he’ise karai ñe’eme “Modo Sábio de Viver”. Ko mba’ére oñangareko umi mbo’ehára Te’ýikuepegua. Ko teko opyta karai retã héra Caarapó Ms pe. Portal ha’e petei ventana. Upérupi ikatu reikuaave “Ponto de Cultura” rehegua rembiapo. Upérupi roipota petei jehekarendaha, Teko Guarani ha Kaiowá mba’érehegua. Pe ventana opyta reikehaguãicha Gesac ha Cultura Viva ha CNPq opytyvõgui. Avei oguereko ambue pytyvõha. Pe mba’épe oi ave hesakutu haguã, jejapo, jehechauka ha ñemosarambi haguã mba’épa ojehu ko Mato Grosso do Sul Guarani ha kaiowá kuérare. Pe petei teko renda oñoñe’e oñondive ambue teko renda ndive. Pe mba’e jejapo ha jeheka oñembyaty aty te’ýirehegua hérava “ Núcleo de Estudos e Pesquisas das Populações Indígenas” ha Universidade Católica Dom Bosco rupi. Upépe oi ha oiko heko rupi oi 4000 avá Kaiowá ha Guarani. Ha avei ko tembiapo rupive ombyaty heta arandu, omõi haguã avá kuéra ñemongetáme ha oñeñangareko haguã ava remikotevere. Pe mba’e tuicha omombarete pe ñepyru pe aty oipotáva oñemopu’ãva heta Aty rupive hérava “Fóruns” ojejapóva petei kuarahy jerejave pe tekohápe. Ko tembiapo renda opyta mbo’eróga hérava Ñandejara, tekoha Te’ýikue ryepýpe. Ha upépe oi Jeporeka Renda ha oñeme’e ojavykykuaa haguã ha ojavyky haguã Internet umi mbo’ehára, oñangarekóva mba’asýre ha mburuvicha kuéra peguãrã. TEKO ARANDU é um sítio bilíngue e colaborativo cujo significado, na língua Guarani, é "modo sábio de viver". Esta página é mantida na rede pelos professores da comunidade indígena Te'ýikue, no município de Caarapó - MS. Este portal é a janela na internet pela qual é possível obter informações sobre o Ponto de Cultura com o objetivo de constituir-se num Centro de Pesquisa, Cultura e Arte dos Índios Guarani/Kaiowá. Esta janela é mantida aberta com o apoio do Governo Federal mediante seus programas GESAC e Cultura Viva, CNPq e muitos outros parceiros. O projeto inclui o levantamento, digitalização, catalogação, produção, análise e divulgação da cultura e história dos Kaiowá e Guarani, no Mato Grosso do Sul, a partir de um ponto de cultura interligado em rede com os demais pontos. Esta ação está articulada ao Núcleo de Estudos e Pesquisas das Populações Indígenas da Universidade Católica Dom Bosco com a área indígena Te'ýikue, onde vivem, de acordo com suas tradições, aproximadamente 4000 índios da etnia Kaiowá. A proposta é interdisciplinar, integra a comunidade indígena na discussão e gestão do projeto com o objetivo de fortalecer as iniciativas e demandas da comunidade levantadas nos vários fóruns indígenas realizados anualmente nesta área. A sede física do projeto está na escola indígena Nhandejara, no interior da aldeia, onde há um laboratório de informática que oferece capacitação e acesso à internet para os agentes envolvidos no projeto: professores indígenas, agentes de saúde e lideranças comunitárias. Última atualização: 02.01.12
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Carta da comunidade Guarani-Kaiowá de Ñanderu Laranjeira Postado por deva em Sexta, fevereiro 03 @ 10:30:24 BRST (3 vizualização(ões)) Tópico Teko Arandu
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Com a justificativa de que a Fundação Nacional do Índio (Funai) não apresentou o relatório de identificação da Terra Indígena Laranjeira Nhanderu, onde vivem 170 indígenas Guarani Kaiowá em área invadida pela Fazenda Santo Antônio, município de Rio Brilhante, Mato Grosso do Sul, o juiz que cuida do caso decidiu pela retirada os indígenas, que em tese terão de voltar para acampamento na beira da rodovia. De acordo com relatos, a notícia desolou os Guarani Kaiowá. Os indígenas viviam em situação precária no acampamento à beira da rodovia, até a retomada e instalação do acampamento no interior da fazenda. Inúmeros casos de atropelamentos, suicídios e mortes por falta de assistência na área da saúde ocorreram no período em que ficaram às margens da rodovia. No ano passado, órgãos federais queriam enviá-los para um terreno do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), na zona urbana de Rio Brilhante. Os indígenas se recusaram a abandonar o tekoha. O escadaloso é que o próprio DNIT entrou com açao contra os indíegnas de Laranjeira, para que não permanecessem na beira da estrada. Segue carta escrita pela comunidade do tekoha Laranjeira Nhanderu direcionada às autoridades de Justiça. Nota: Fonte: CIMI
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Líder da igreja católica visita aldeias de MS e relata desamparo Postado por deva em Sexta, fevereiro 03 @ 10:11:22 BRST (2 vizualização(ões)) Tópico Teko Arandu
| Diante das ocorrências registradas com povos indígenas de Mato Grosso do Sul, o secretário geral da Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Leonardo Ulrich Steiner, visitou três aldeias do estado, sendo elas Laranjeira Ñanderu, em Rio Brilhante, Kurusu Ambá, em Coronel Sapucai, e Guaiviry Tekoha, em Aral Moreira.
No total foram cerca de 450 índios visitados e ouvidos pelo líder da igreja católica, que na ocasião estava acompanhado por representantes do Cimi (Conselho Indigenista Missionário). Para o bispo, a situação na qual as famílias foram encontradas é de total desamparo e violência.
Ele afirmou na tarde desta terça-feira (31), em coletiva com a imprensa de Campo Grande, que a principal causa dos problemas indígenas é a falta de andamento dos processos de demarcações das terras deles. “É um povo desenraizado, não porque querem, mas porque não estão na casa deles”, disse Dom Leonardo.
Nota: Midiamax por: Mariana Lopes
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Políticos e fazendeiros respondem na Justiça por homicídio Postado por deva em Terça, janeiro 24 @ 17:40:31 BRST (5 vizualização(ões)) Tópico Teko Arandu
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Denúncia do MPF é aceita e seis réus respondem por duplo homicídio e ocultação de cadáveres
Índios protocolam denúncia do MPF na Justiça, em outubro de 2011
O processo em que o Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul
(MPF/MS) acusa seis pessoas pelo envolvimento no ataque à comunidade
indígena Ypo'i (Paranhos, sul do estado) e a morte dos professores
indígenas Jenivaldo Vera e Rolindo Vera, foi aceito pela Justiça. Agora,
os denunciados são, formalmente, réus em processo penal e vão responder
por homicídio qualificado – sem possibilidade de defesa da vítima -,
ocultação dos cadáveres, disparo de arma de fogo e lesão corporal contra
idoso. Para a Justiça, a denúncia do MPF reúne provas de materialidade
do crime e indícios de autoria.
Os réus são Fermino Aurélio Escolbar Filho, Rui Evaldo Nunes Escobar e
Evaldo Luís Nunes Escobar - filhos do proprietário da Fazenda São Luís
-, Moacir João Macedo - vereador e presidente do Sindicato Rural de
Paranhos-, Antônio Pereira - comerciante da região -, e Joanelse Tavares
Pinheiro – ex-candidato a prefeito de Paranhos. Nota: www.prms.mpf.gov.br
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Coordenadora afirma que estrutura da Funai é insuficiente Postado por deva em Terça, janeiro 24 @ 16:51:00 BRST (3 vizualização(ões)) Tópico Teko Arandu
| Dourados (MS) - A atual estrutura da Fundação Nacional do Índio
(Funai) em Mato Grosso do Sul é insuficiente para lidar com o conflito
entre comunidades indígenas e proprietários rurais. A afirmação é da
própria coordenadora regional do órgão em Dourados, Maria Aparecida
Mendes de Oliveira. Localizada na região sul do estado, onde o conflito
fundiário é mais intenso, Dourados é a segunda maior cidade
sul-mato-grossense.
“A demanda de trabalho é muito grande. Mesmo nas oito reservas
indígenas já demarcadas no estado, que abrigam uma grande população, há
vulnerabilidade social. E nas áreas menores, onde a densidade
demográfica acaba sendo muito alta [devido ao número de habitantes em
relação ao tamanho da área], há guetos habitados por uma população
étnica desassistida pelo Estado brasileiro, o que leva a um grau de
fragilidade muito alto", disse Maria Aparecida à Agência Brasil durante
a visita de integrantes da Comissão de Direitos Humanos e Minorias e da
Frente Parlamentar Pelos Povos Indígenas ao estado, no último final de
semana. Nota: agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-12-05/coordenadora-afirma-que-estrutura-da-funai-e-insuficiente-para-lidar-com-conflito-fundiario-em-mato-g
05/12/2011 - 8h37
Alex Rodrigues
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18.01.12 Polícia detém ameaçador de indígenas Postado por neimar em Quarta, janeiro 18 @ 23:18:39 BRST (8 vizualização(ões)) Tópico Teko Arandu
| No último domingo, dia 15, um homem foi detido pela Polícia após fazer ameaças à comunidade indígena Guaiviry, no município de Aral Moreira, em Mato Grosso do Sul. O homem se identificou como funcionário de uma das fazendas vizinhas à área, fazendo perguntas sobre a identidade das lideranças do local e ameaçando o grupo, dizendo que novos ataques de pistoleiros vão ocorrer. Segundo o conselho da Aty Guasu, a comunidade prendeu o homem e acionou a Força Nacional e a Polícia Federal.
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