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O GT
Culturas Indígenas, reunido no III Teia Regional dos Pontos de Cultura do Centro-oeste e Tocantins, discutiu, hoje (20) pela manhã, e formulou algumas resoluções apresentadas à plenária pelos relatores indígenas
Anuiá, Yawalapiti, e Jucélio, professor indígena Pareci. Veja as resoluções em leia mais...
1 Criação
de editais específicos para Pontos de Cultura Indígenas no âmbito
estadual e municipal: através de convênios ou aditivos de recursos
aos já existentes ou ainda com a descentralização dos recursos
através das universidades – acadêmicos indígenas -, secretarias
estaduais e municipais de educação – professor indígena),
associações indígenas ou indigenistas, indicadas pela comunidade
indígenas;
2
Mobilização e articulação: que o MINC elabore e apresente no teia
nacional um relatório geral do processo de conveniamento dos Pontos
de Cultura Indígena e um mapeamento de todos os Pontos de Culturas
que trabalhem com população indígena afim de que se tenha a base
para a formação de uma rede;
3 Rede
indígena: Formação de Pontões de Cultura Indígena Multi-étnicos
e Interculturais no Centro-Oeste que contemplem o desenvolvimento de
metodologias e tecnologias diferenciadas. Entendemos que uma rede
indígena precisa respeitar os princípios da autonomia,
sustentabilidade, oralidade, presencialidade e que a inclusão/cultura
digital indígena implica na customização-tradução e distribuição
livre dos softwares nas línguas indígenas das etnias onde há
pontos de cultura;
4
Contemplar nas políticas públicas para a cultura na infância do
MINC as culturas diferenciada s dos povos indígenas mediante a
valorização das brincadeiras, brinquedos, cantos, saberes próprios
dos povos indígenas e criação de conteúdos e softwares
educacionais voltados para crianças e jovens indígenas;
5
Observar nas ações culturais do Ministério da Cultura a
indissociabilidade entre território e cultura indígena.
Nota: Por Prof. Neimar Machado de Sousa.
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